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QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

  • Em locais indicados para uso de cabeamento, usar o padrão de rede ethernet mínimo sugerido para cabeamento de categoria 5e (CAT.5e). Para instalações novas e de longo prazo, usar o padrão ethernet para cabos de categoria 6 (CAT.6) ou superior, tendo em vista seu melhor desempenho e maior vida útil.
  • Para situações de novas instalações onde uso de cabos de categoria CAT.6 ou superior não for o mais adequado, elaborar justificativa formal e anexá-la ao devido processo administrativo, sempre que aplicável.
  • No caso de especificar o cabo ethernet (CAT.5e e superiores) a ser adquirido, exigir que o cabo atenda à especificação RoHS (Restriction of Hazardous Substances Directive) e/ou LSZH (Low Smoke Zero Halogen) para atendimento às questões ambientais e de flamabilidade, bem como exigir que atenda à especificação ANSI/TIA-568-C.2 ou ANSI/TIA-568-2.D.
  • Para o caso de cabeamento vertical, exigindo passagem por shafts verticais, especificar que o cabo ethernet (CAT.5e e superiores) a ser adquirido seja do tipo CMR; no caso de ser uma fibra óptica, o tipo deverá ser OFNR (ou OFNP, se a passagem da fibra envolver dutos de ventilação forçada).
  • Observar a distância máxima suportada pelo cabo na instalação de cada ponto de rede do cabeamento horizontal. A restrição de 100 metros se aplica tanto para os cabos de CAT.5e como para os cabos de CAT.6, exceção essa ao CAT 6 a 10 Gbps (55 metros).
  • Para cabeamento vertical, utilizar cabos de maior desempenho, incluindo-se o uso de fibra óptica, cujas caracteristica são apresentadas na Orientação Técnica OT-006/CMTIC.
  • Deixar sobra de cabos para manutenção nos racks, nos brackets e nas tomadas.
  • Deixar um pouco de sobra de cabos para manutenção nos racks, brackets e tomadas, conforme a seguir:
    • Racks: pelo menos 3,0 m para movimentação do rack e manutenção.
    • Tomadas: se possível 30,0 cm, desde que não comprometa o raio de curvatura.
  • Após o lançamento dos cabos, agrupar e acomodar os cabos em forma de “chicotes”, evitando-se trançamentos, estrangulamentos e nós.
    • Ao preparar os “chicotes”, evitar apertar demais a braçadeira, especialmente aquelas feitas de plástico e nylon, para não marcar ou mesmo danificar os cabos.