OT 002 - Interconectividade de Rede

Fornece informações para que se possa avaliar qual a tec nologia mais adequada para implantar a interconectividade no Órgão Setorial, bem como o modelo mais adequado de contratação, em consonância com os requisitos de negócio e a viabilidade técnica de modo que garanta a segurança para a conexão física e lógica e possibilite o tráfego controlado de dados entre redes. Em seu conteúdo constam informações a respeito dos tipos de tecnologias de interconectividade, requisitos gerais, diferentes classificações de conexão entre sites, autenticação de usuários e serviços, segurança da informação, recomendações sobre redes Wi-Fi e IoT e plano de respostas a incidentes.

DEFINIÇÕES

DEFINIÇÕES

SOBRE DEFINIÇÕES

RPCD: Rede privada de comunicação de dados da Administração Pública Municipal, administrada pelo Integrador Estratégico, nos termos do Art. 12, inciso III, do Decreto 57.653 de 07 de abril de 2017. No âmbito desta OT, é a infraestrutura de comunicação, hospedagem e armazenamento gerida pelo Integrador Estratégico, que não seja nem site interno nem externo.

Site interno: rede privada, ou conjunto de redes privadas, de um Órgão do SMTIC.

Site interno independente: site interno gerido de maneira autônoma pelo Órgão do SMTIC.

Site interno dependente: site interno gerido pelo Integrador Estratégico em nome do Órgão do SMTIC, mediante autorização deste último, incluindo quando a gestão do Integrador Estratégico se limita à alocação de intervalos de endereços IP do site interno.

Sites externos: referem-se às redes que não pertencem à PMSP e não estão sob a sua gestão. Exemplos: redes de parceiros, empresas contratadas, bancos, entidades governamentais externas à PMSP.

TECNOLOGIA DE INTERCONECTIVIDADE

TECNOLOGIA DE INTERCONECTIVIDADE

SOBRE TECNOLOGIA DE INTERCONECTIVIDADE

A interconectividade de redes pode ser realizada de diversas maneiras, utilizando-se de diferentes tecnologias.

Algumas tecnologias típicas para implantar a conexão propriamente dita são:

A tabela a seguir oferece um comparativo bastante simplificado entre as três tecnologias de acordo com quatro fatores: custo financeiro, segurança da conexão, confiabilida-de (qualidade de serviço e disponibilidade) e escalabilidade.

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A escolha da tecnologia de implantação do link de comunica-ção deverá ser feita com base nas necessidades de negócio e na viabilidade técnica de operacionalização do link, sendo que a escolha não está restrita às três tecnologias supra-citadas1. A tabela acima visa meramente servir de subsídio eventual à análise técnica do responsável técnico de TI do Órgão do SMTIC.

Além disso, o responsável técnico de TI do Órgão do SMTIC poderá levar em consideração diferentes modelos de con-tratação, avaliando possibilidades como a contratação de um managed services provider (MSP) que forneça inclusive os ativos de rede (roteadores e demais materiais) para o acesso físico à conexão.

1: Outras tecnologias possíveis são, por exemplo, SD-WAN (Software Defined WAN) e a Broadband bonding.

Acrescenta-se ainda que a tecnologia SD-WAN permite a combinação de diversos links, por exemplo um link dedicado e uma conexão 4G de forma a obter melhor performance, e ao mesmo tempo uma mais alta disponibilidade. Traz uma abordagem programática e automatizada para gerenciar a conectividade de rede e os custos de circuito de empresas.

Com a SD-WAN, a TIC pode fornecer roteamento e proteção contra ameaças, além de economizar custos com circuitos caros e simplificar o gerenciamento das redes WAN. Os benefícios com uso dessa tecnologia são:

Mais segurança

Conectividade de nuvem otimizada

Gerenciamento simplificado

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TECNOLOGIA DE INTERCONECTIVIDADE

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

TECNOLOGIA DE INTERCONECTIVIDADE

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

REQUISITOS GERAIS DE INTERCONECTIVIDADE

REQUISITOS GERAIS DE INTERCONECTIVIDADE

SOBRE REQUISITOS GERAIS DE INTERCONECTIVIDADE

A RPCD e cada um dos sites, internos ou externos, são con-siderados como perímetros distintos, que podem conter um ou mais subperímetros para fins de segurança da informação e/ou de infraestrutura.

Em particular, datacenters são considerados como um subperímetro do site interno no qual estão inseridos.

A interconexão de redes se trata da ligação entre tais perímetros e pode ser classificada na seguinte conformidade:

A figura a seguir ilustra as diferentes classificações listadas acima.

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A sua concretização deverá atender, prévia e cumulativamente, os seguintes requisitos, sem prejuízo de outros requisitos formais e de negócio:

A competência para definir o plano de endereçamento pri-vativo de rede, incluindo as faixas de endereçamento IP e eventuais sub-redes a serem concedidas aos sites, internos ou externos, é:

Sempre que necessário ou conveniente para a concretização da interconexão, o Integrador Estratégico deverá alocar um range contínuo de endereços IP para os Órgãos do SMTIC para interconexões envolvendo a RPCD.

O tamanho do range deverá ser em função da dimensão do Órgão e adequado para atender às necessidades de negócio da interconectividade, e deverá ser implementado de maneira tempestiva pelo Integrador Estratégico.

Os órgãos com sites independentes deverão, sempre que possível, coordenar com o Integrador Estratégico a alocação de novos ranges de modo a minimizar possíveis conflitos de ranges IPs entre os diversos órgãos, de modo a facilitar uma possível integração futura.

Os requisitos tecnológicos básicos de interconectividade são:

A qualidade da conexão, ou serviço de conexão, inclui fatores como:

O responsável técnico de TI do Órgão do SMTIC também poderá incluir análises sobre modelagem de tráfego (traffic shaping) e a priorização de tráfego, para avaliar se a qualidade de serviço (QoS – quality of service) oferecida é compatível com os requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações.

Dentre os mecanismos de segurança, o uso de uma solução de firewall controlando o tráfego no link de interconectividade é o requisito básico mínimo para a interconexão de redes quando se tratar de órgãos distintos ou entre o mesmo órgão e a RPCD, sem prejuízo dos demais mecanismos.

Apenas para a interconectividade entre dois sites internos pertencentes ao mesmo Órgão do SMTIC, o requisito acima poderá ser flexibilizado mediante análise de risco do responsável de TI do Órgão. A análise de risco deverá levar em consideração as vulnerabilidades de segurança e poderá ser feita apenas por um Órgão que esteja na Série C ou acima na Escala de Maturidade, ou por um Órgão de maturidade mais baixa, mas que tenha na sua equipe de TI um membro com capacitação formal em gestão de redes e/ou de segurança de informação.

O Integrador Estratégico é responsável pela administração do firewall da RPCD na interconexão com a mesma, sem prejuízo de disponibilização de outros ativos ou equipamentos de segurança.

Uma conexão direta de um outro site, interno ou externo, ao datacenter de um Órgão do SMTIC é uma conexão crítica em termos de Segurança da Informação. Desta forma, é necessário ter a aprovação prévia do responsável técnico de TI do Órgão do SMTIC para que ela seja realizada, e deve atender aos requisitos técnicos necessários definidos pelo Órgão gestor do datacenter.

Uma vez interconectados, por padrão os sites terão acesso aos serviços acordados.

Os Órgãos do SMTIC poderão desativar ou remover as interconectividades redundantes ou que não estejam mais em uso.

 

 

 

REQUISITOS GERAIS DE INTERCONECTIVIDADE

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

REQUISITOS GERAIS DE INTERCONECTIVIDADE

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

CONEXÃO ENTRE SITES INTERNOS E/OU RPCD DA PMSP

CONEXÃO ENTRE SITES INTERNOS E/OU RPCD DA PMSP

SOBRE CONEXÃO ENTRE SITES INTERNOS E/OU RPCD DA PMSP

O Órgão Central, com o apoio do Integrador Estratégico, e a Secretaria Municipal de Gestão poderão disponibilizar Atas de Registros de Preço que viabilizem ou ajudem a viabilizar a interconectividade, nos termos do Art. 16, do Decreto 57.653, de 07 de abril de 2017.

Art. 16. Fica delegada ao Órgão Central, com o apoio da PRODAM, quando não efetuado pela Secretaria Municipal de Gestão, a realização de procedimento licitatório para fins de Registro de Preços para as aquisições de bens e contratações de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação.

A conectividade interno-interno poderá ter roteamento total entre si mediante compartilhamento de tabelas de roteamento, ou seja, poderão ter comunicação direta, se as partes assim acordarem, sem prejuízo de medidas de segurança da informação dos Órgãos envolvidos.

CONEXÃO ENTRE SITES INTERNOS E/OU RPCD DA PMSP

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

CONEXÃO COM SITES EXTERNOS

CONEXÃO COM SITES EXTERNOS

SOBRE CONEXÃO COM SITES EXTERNOS

Todas as interconexões com sites externos devem ser realizadas por meio de um canal adequadamente seguro de comunicação.

Para interconexão envolvendo sites externos, a competência para definir e gerir os requisitos de infraestrutura de conexão necessários para a sua concretização, bem como a operação e configuração dos filtros e a administração das contas e senhas de acesso, é:

 

CONEXÃO COM SITES EXTERNOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

CONEXÃO COM SITES EXTERNOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

REDES WI-FI E IoT

REDES WI-FI E IoT

SOBRE REDES WI-FI E IoT

As redes Wi-Fi e IoT devem utilizar sistemas de tunelamento para que haja autenticação do usuário, antes da liberação da conexão, acesso e enlace. Havendo acesso à internet, o mesmo será monitorado e com controle de filtro de conteúdo, nos termos da Lei 14.098/2005.

Art. 1º. As escolas públicas, os Centros Educacionais Unificados (CEUs), bibliotecas, postos de atendimento - Telecentro e quaisquer outros locais onde funcionem computadores da Prefeitura ligados à Internet, todos da rede pública municipal, ficam obrigados a instalar a tecnologia de filtragem de conteúdo.

Parágrafo único. Sites que tenham conteúdos de sexo, drogas, pornografia, pedofilia, violência e armamento, dentre outros, a critério do Executivo, devem ser proibidos.

A rede Wi-Fi corporativa interna deverá ser segregada, física ou logicamente, da rede Wi-Fi disponibilizada ao cidadão comum (conhecida como rede guest), visando reduzir o risco de acesso indevido ao ambiente corporativo. Sugere-se estudar a viabilidade de isolamento físico e lógico da rede guest para fins de segurança da informação, através da adoção de VLANs (Rede local virtual) distintas.

A rede Wi-Fi guest poderá exigir cadastro prévio de usuário para o seu usufruto, a critério do Órgão administrador. A rede Wi-Fi corporativa interna deverá exigir autenticação do usuário, conforme acima, utilizando-se no mínimo o algoritmo WPA2.

Interconexões que contemplem serviços de IoT devem estar segregados, física e/ou logicamente, com a implementa-ção de regras que permitam apenas os serviços e usuá-rios atinentes à consecução do negócio.Os dispositivos ou sensores IoT são utilizados para detectar características do ambiente, gerando sinais de controle para atuadores e eventualmente podem trazer redução de custos, porém a utilização destes dependem de avaliação para atender necessidades específicas.

REDES WI-FI E IoT

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

REDES WI-FI E IoT

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIOS E SERVIÇOS

AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIOS E SERVIÇOS

SOBRE AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIOS E SERVIÇOS

A interconectividade de redes pode prever a autenticação, unidirecional ou bidirecional, entre as redes envolvidas, utilizando tecnologias como Kerberos ou Active Directory. A autenticação e a autorização relativa a acessos em sistemas e similares está fora do escopo desta Orientação Técnica.

A competência para definir os mecanismos e/ou procedimentos de autenticação para acesso à rede é:

A autenticação na RPCD, para acesso aos recursos computacionais e informações, será realizada mediante criação de credenciais no domínio rede.sp ou através do estabelecimento de relação de confiação com o diretório gerido pelo órgão.

Cabe ressaltar, no entanto, que o sistema de Controle de Acesso Corporativo (CAC) não está contemplado como um meio hábil à autenticação na RPCD.

Para as interconectividades interno-interno e interno-rpcd, os mecanismos e procedimentos de autenticação poderão ser acordados mutuamente de maneira prévia entre as partes envolvidas, considerando-se às capacidades de infraes-trutura dos sites envolvidos e à necessidade de restringir os acessos às necessidades de negócio que justificam a interconectividade.

Em particular, para as interconectividades interno-interno e interno-rpcd, pode-se realizar a integração dos mecanismos de autenticação mediante o estabelecimento de relação de confiança entre domínios, caso haja compatibilidade entre as partes envolvidas e a implantação de tais mecanismos seja tecnicamente viável.

Para isso, devem-se tomar, no mínimo, os seguintes passos:

  1. Caracterizar a relação de confiança a ser estabelecida, considerando as seguintes dimensões: tipo, transitividade e direcionalidade.
    •  O tipo pode ser:
      1. Hierárquico: uma relação de subordinação entre uma rede e outra (ex: relações de confiança pai-filho e árvore-raiz).
      2. Não-hierárquico: uma relação de confiança entre uma rede e outra em nível de igualdade (ex: relações de confiança externo e floresta).
    • A transitividade pode ser transitiva ou intransitiva (não transitiva).
    • A direcionalidade pode ser unidirecional ou bidirecional (mútua).
  2. Realizar testes para validar a infraestrutura e a relação construída antes de colocar em ambiente de produção.
    • Incluindo testes para verificar se os acessos e privilégios estão de acordo com as regras de negócio que justificam.

AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIOS E SERVIÇOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

AUTENTICAÇÃO DE USUÁRIOS E SERVIÇOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

SEGURANÇA

SEGURANÇA

SOBRE SEGURANÇA

A Segurança da Informação é uma questão de alta relevância para a interconectividade de redes.

Desta forma, além das diretrizes, recomendações e sugestões elencadas nos demais itens desta Orientação Técnica, requisitos adicionais de Segurança da Informação para a interconectividade, incluindo blacklists e whitelists de portas, protocolos, serviços e aplicações podem ser definidos:

Além disso, esta OT traz as recomendações e sugestões abaixo, específicas sobre segurança, desde que haja mão de obra capacitada, disponibilidade orçamentária e disponibilidade da funcionalidade nos ativos pertinentes.

SEGURANÇA

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

SEGURANÇA

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

PLANO DE RESPOSTA A INCIDENTES

PLANO DE RESPOSTA A INCIDENTES

SOBRE PLANO DE RESPOSTA A INCIDENTES

Em caso de surgimento de incidente com impacto na segurança do site interno ou da RPCD por causa da interconexão de redes, deverão ser tomadas ações que minimizem os riscos para a segurança da rede como um todo, mitiguem os danos já causados e evitem o causamento de novos danos.

A competência para executar medidas de proteção, mitiga-ção e contenção do dano, independente do contato prévio com outras redes, incluindo a eventual desconexão física da rede, é:

Em caso de ações que alterem a interconexão de alguma forma, como por exemplo a desconexão ou a aplicação de políticas mais restritivas de tráfego, o Órgão executor da ação deverá informar tempestivamente os demais Órgãos afetados, preferencialmente por meio eletrônico.

Em caso de incidentes que transcendam os limites de um site interno e/ou da RPCD, o Órgão Central deverá ser informado da ocorrência do incidente, bem como do andamento da sua resolução, de maneira tempestiva e através de meio adequado em relação à urgência do incidente.

 

PLANO DE RESPOSTA A INCIDENTES

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

DOCUMENTAÇÃO

DOCUMENTAÇÃO

SOBRE DOCUMENTAÇÃO

A documentação relativa à interconexão, bem como as informações para suporte técnico devem ser periodicamente revisadas e atualizadas para cada site interno e/ou RPCD.

A extensão e profundidade da documentação, bem como a periodicidade da revisão são definidas pelo corpo técnico de TI do respectivo Órgão responsável, mas podem incluir documentos como: topologias de rede relativas à interconexão, lista das interfaces ativas para a interconexão e as portas liberadas e o plano de resposta a incidentes.

RESOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS

RESOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS

SOBRE RESOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS

Em caso de reiteradas divergências sobre um mesmo tema, o Órgão Central é a instância de resolução inter partes. O Órgão Central poderá revisar esta Orientação Técnica para incluir a resolução e torná-la com efeito erga omnes1 após aprovação do CMTIC.

erga omnes1: do Latim, contra, relativamente a, frente a todos.

QUANDO AS RECOMENDAÇÕES PASSAM A VALER?

QUANDO AS RECOMENDAÇÕES PASSAM A VALER?

SOBRE QUANDO AS RECOMENDAÇÕES PASSAM A VALER?

Os procedimentos descritos nesta Orientação Técnica deverão ser aplicados nos procedimentos atuais e futuros, bem como nos contratos futuros e nas prorrogações con-tratuais, ainda que de contratos assinados antes do início da vigência desta OT.

Esta Orientação Técnica entrará em vigor a partir da sua aprovação pelo CMTIC.

REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS

SOBRE REFERÊNCIAS

Link: https://www.cisco.com/c/pt_br/solutions/enterprise-networks/sd-wan/what-is-sd-wan.html#~why-now
Visitado em: 23/03/2026

Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/SD-WAN
Visitado em: 23/03/2026

Link: https://technet.microsoft.com/en-us/library/cc773178(v=ws.10).aspx
Visitado em: 23/03/2026

Link:  http://www.techrepublic.com/article/10-things-you-should-know-about-ad-domain-trusts/ 
Visitado em: 23/03/2026

Link: https://www.juniper.net/br/pt/research-topics/sd-wan-explained.html
Visitado em: 23/03/2026

Link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/decreto/D9637.htm
Visitado em: 23/03/2026

Link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2025/Decreto/D12572.htm
Visitado em: 23/03/2026