OT 001 - Aquisição de Bens de Microinformática

Visa orientar a respeito da forma adequada de aquisição de ativos de microinformática abordando em seu conteúdo o ciclo de vida dos equipamentos, quando se deve comprar ou alugar, procedimentos para doação, análise de economici dade, definição de perfis de usuários conforme a utilização, conserto ou substituição e gestão de equipamentos.

CICLO DE EQUIPAMENTOS

CICLO DE EQUIPAMENTOS

SOBRE CICLO DE VIDA DOS EQUIPAMENTOS

Atentar para o ciclo de vida dos equipamentos, seja em processo de aquisição, locação ou outro meio, é fator de sucesso para seu uso eficiente e sustentável, de acordo com a Política Municipal de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Entende-se por ciclo de vida o tempo de existência do ativo dentro da empresa desde a concepção ou especificação até o desfazimento.

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O gerenciamento do ciclo de vida de um ativo deve compreender:

De forma geral, o ciclo de vida de ativos de microinformática possui três grandes fases, quais sejam:

FASE 1: LANÇAMENTO

Nesta fase, os ativos de microinformática são naturalmen-te mais caros por representarem produtos recentemente lançados no mercado e que encontram-se na vanguarda da tecnologia. Normalmente há poucas opções de fornecedores no mercado e alguma dificuldade na manutenção e reposição.

A aquisição ou locação de ativos de microinformática que estejam nesta fase do ciclo de vida deve estar baseada na necessidade de provimento de serviços altamente diferen-ciados em desempenho e/ou capacidade e que não possam ser providos por ativos que se encontrem nas outras fases.

FASE 2: CONSUMO

Fase imediatamente posterior à de Lançamento. Os ativos já estão disseminados no mercado, têm maior quantidade de fornecedores e mais suporte de mercado.

Em princípio, é interessante focar as aquisições ou locações de ativos de microinformática para bens que estejam nes-ta fase, levando-se em consideração as necessidades de desempenho e/ou capacidade, a vida útil prevista para o equipamento, entre outros.

FASE 3: SUBSTITUIÇÃO

Fase imediatamente posterior à fase de Consumo, representa a última no ciclo de vida dos ativos de microinformática. Sãoos bens que estão saindo ou já saíram de linha. Normalmente, os ativos de microinformática nesta fase têm baixa comerciali-zação e alto custo de manutenção. São compostos normal-mente pelos ativos que fazem parte do legado tecnológico da instituição e se recomenda que sejam substituídos por ativos mais atuais.

Considerando a velocidade da atualização tecnológica, serão considerados como tendo ultrapassado a Fase 1 - Lançamento, do ciclo de vida, os ativos de microinformática lançados há mais de 3 (três) meses para dispositivos móveis (smartphones, tablets e similares) e há mais de 6 (seis) meses para os demais.

E serão considerados como pertencentes à Fase 3 – Substituição, do ciclo de vida, os ativos de microinformática que foram lançados, ou atualizados, em um período superior

CICLO DE EQUIPAMENTOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES

ANÁLISES DE ECONOMICIDADE

ANÁLISES DE ECONOMICIDADE

SOBRE ANÁLISES DE ECONOMICIDADE

Esta Orientação Técnica (OT-001/CMTIC) introduz a aná-lise do Custo Total de Propriedade (TCO – Total Cost of Ownership), que deve ser entendido como o custo total associado à aquisição somado aos custos de operação, como gerenciamento, suporte, comunicações, treinamentos e custos relacionados ao usuário final.

O TCO é calculado considerando-se todo o ciclo de vida estimado para o ativo de TI, desde a sua aquisição ou início de locação até o momento da cessação de sua operação, no final da vida útil ou no término do contrato.

Os cálculos para o TCO poderão ser estimados, uma vez que os valores exatos efetivos só serão conhecidos após o encerramento do procedimento licitatório. Para simplificação dos cálculos, fica facultado ao responsável de TI do Órgão a adoção ou não do cálculo ao valor presente, bem como a adoção ou não de questões contábeis como a depreciação dos bens.

A título exemplificativo, os seguintes fatores poderiam fazer parte em uma análise do custo total de propriedade (TCO) em um ativo de TI:

Sempre de acordo com a legislação vigente, a análise de economicidade é necessária para um processo de contra-tação de ativos de microinformática, seja por aquisição ou locação, mas não pode ser o único critério para a tomada de decisão. Ela deve ser utilizada conjuntamente com a análise técnica de aderência às necessidades da Administração.

O exemplo a seguir ilustra uma análise de economicidade uti-lizando o TCO (valores e quantitativos inteiramente fictícios):

Exemplo: Análise para decidir se o órgão irá adquirir ou alugar 1.000 (mil) microcomputadores

Para o cenário de aquisição, foram levantados os seguintes custos:

Para o cenário de locação, foram levantados os seguintes custos:

Assim, para um cenário de 4 (quatro) anos, os valores seriam:

  1. Para o cenário de aquisição:
    • Custo total por computador: 5.000 + 1.000 = 6.000
    • Quantitativo de computadores: 1.000
    • Custo total da aquisição: 6.000 x 1.000 = 6.000.000
  2. Para o cenário de locação (sem serviços adicionais agrega-dos, em igualdade de condições com a aquisição):
    • Custo total por computador por mês: 100 + 10 = 110
    • Custo total por computador por 4 anos: 110 x 12 x 4 = 5.280
    • Quantitativo de computadores: 1.000
    • Custo total de locação: 5.280 x 1.000 = 5.280.000

Assim, o cenário de locação apresentou um custo total de propriedade de 5.280.000, que é menor do que o custo total de propriedade para aquisição, que foi de 6.000.000.

Desta forma, a análise de economicidade do exemplo indica que a melhor alternativa é a locação, pois oferece menor custo total de propriedade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANÁLISES DE ECONOMICIDADE

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

ANÁLISES DE ECONOMICIDADE

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

POLÍTICAS RECOMENDADAS

POLÍTICAS RECOMENDADAS

SOBRE POLÍTICAS RECOMENDADAS

Esta Orientação Técnica recomenda a adoção, por parte dos Órgãos Setoriais, de três políticas básicas para o parque de microinformática.

É importante resssaltar a necessidade do uso do BOA – Boletim de Ofertas da Administração, de acordo com o Decreto n.º 53.484, de 19 de outubro de 2012, com as alterações dos Decretos 55.117, de 16 de maio de 2014 e 56.214, de 30 de junho de 2015.

POLÍTICAS RECOMENDADAS

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

POLÍTICAS RECOMENDADAS

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

O QUE É MELHOR: comprar ou alugar ativos de microinformática?

O QUE É MELHOR: comprar ou alugar ativos de microinformática?

SOBRE O QUE É MELHOR? Comprar ou alugar ativos de microinformática?

É comum nos depararmos com este tipo de questionamento em vários momentos dentro da Administração Municipal, bem como em outras organizações, em geral. A fim de ob-jetivar a discussão, construindo argumentação objetiva para respondê-la de maneira mais assertiva, recomenda-se que seja feita a Análise de Economicidade citada no item 2, olhando-se para o Custo Total de Propriedade (TCO) da aquisição, comparativamente ao TCO da locação.

É usual que as locações de ativos de microinformática que necessitem de suprimentos, como serviços de impressão departamental, por exemplo, sejam mais vantajosas para a Administração. Isto acontece, em geral, pois o contrato de terceirização dos serviços normalmente inclui, além do for-necimento do equipamento, sua manutenção, fornecimento dos suprimentos, gerenciamento remoto dos equipamentos, bem como estoques de suprimentos etc. Como a análise de economicidade busca comparar o mesmo escopo, ou seja, um conjunto igual de coisas, é necessário que todos os itens citados sejam previstos em separado em caso de aquisição.

No que concerne às atividades econômicas produtivas, os Estados atuais buscam racionalizar sua estrutura procu-rando concentrar sua atuação sobre o domínio econômico (regulação e fiscalização, por exemplo), assumindo atividades produtivas somente em áreas em que a iniciativa privada não oferece a capacidade adequada para suprir as necessidades das políticas públicas.

O QUE É MELHOR: comprar ou alugar ativos de microinformática?

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

O QUE É MELHOR: comprar ou alugar ativos de microinformática?

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

VOU ADQUIRIR COMPUTADORES NOVOS: tem algum requisito em particular que devo considerar?

VOU ADQUIRIR COMPUTADORES NOVOS: tem algum requisito em particular que devo considerar?

SOBRE VOU ADQUIRIR COMPUTADORES NOVOS: Tem algum requisito em particular que devo considerar?

Além dos requisitos técnicos e especificações essenciais para caracterizar adequadamente os computadores a serem adquiridos (processador, memória, etc.), recomendamos a inclusão de requisito na aquisição de computadores novos.

 

VOU ADQUIRIR COMPUTADORES NOVOS: tem algum requisito em particular que devo considerar?

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

VOU ALUGAR ATIVOS DE MICROINFORMÁTICA Tem algum requisito em particular que devo considerar?

VOU ALUGAR ATIVOS DE MICROINFORMÁTICA Tem algum requisito em particular que devo considerar?

SOBRE VOU ALUGAR ATIVOS DE MICROINFORMÁTICA Tem algum requisito em particular que devo considerar?

Quando se aluga computadores, é natural e esperado que eles sejam devolvidos ao final do contrato. Isso traz consigo o risco das informações internas da Administração sejam levadas embora pelo fornecedor, configurando-se uma grande vulnerabilidade em termos de segurança da informação.

VOU ALUGAR ATIVOS DE MICROINFORMÁTICA Tem algum requisito em particular que devo considerar?

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

DOAÇÃO DE COMPUTADORES E SIMILARES: como proceder?

DOAÇÃO DE COMPUTADORES E SIMILARES: como proceder?

SOBRE DOAÇÃO DE COMPUTADORES E SIMILARES: Como proceder?

Se você vai doar um ativo de TI com dispositivo de armazenamento, é importante apagar todas as informações (que não sejam indispensáveis ao funcionamento) ali armazenadas. Somente poderão ser doados os bens de informática que forem classificados como em desuso, recuperáveis, antie-conômicos ou irrecuperáveis”. Já os bens que não puderem ser aproveitados e os resíduos de processos de recondicionamento deverão, sempre que possível, ser objeto de descarte ambientalmente sustentável.

O recebimento de doação, por sua vez, é um ótimo meio de aquisição de ativos na Administração Municipal.

Entretanto, se a ideia é receber por doação, então é necessário tomar cuidados adicionais, como avaliar o custo total de propriedade e a vida útil restante do bem.

Uma vez recebida a doação, considere formatar o computador e reinstalar todo o sistema operacional e aplicativos básicos antes de mexer nele e antes de distribuí-lo para alguém. Isso reduz problemas de segurança.

DOAÇÃO DE COMPUTADORES E SIMILARES: como proceder?

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

DOAÇÃO DE COMPUTADORES E SIMILARES: como proceder?

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

PERFIS DE USUÁRIO conforme a utilização e o desempenho requerido

PERFIS DE USUÁRIO conforme a utilização e o desempenho requerido

SOBRE PERFIS DE USUÁRIO Conforme a utilização e o desempenho requerido

Eleger o dispositivo mais indicado, de acordo com as atividades desenvolvidas, não é apenas uma questão de preço, mas também do desempenho requerido para executar estas atividades.

Nesse sentido, um equipamento inferior às reais necessidades poderia comprometer a produtividade do usuário, por não executar sistemas satisfatoriamente, por exemplo. De outra forma, caso possua uma capacidade computacional acima da demanda requerida, resultaria em uma subutilização do equipamento e aumento de custo de forma desnecessária.

Desta forma, podemos definir a existência de três tipos distintos de usuários:

PERFIL 1: ALTO DESEMPENHO.

Neste perfil de usuários se enquadram aqueles que necessitam de equipamentos de ponta para efetuarem seus trabalhos, sob pena de terem suas atividades prejudicadas, como: desen-volvedores de software, designers de gráficos, engenheiros de hardware.

PERFIL 2: USUÁRIO CONVENCIONAL.

Perfil de usuário que basicamente realiza atividades administrativas, como utilização de sistemas corporativos, edição de texto, planilhas, envio e recebimento de e-mails, navegação na rede corporativa ou internet, etc.

PERFIL 3: USUÁRIO DE BAIXO CUSTO.

Perfil de usuário que, além de realizar atividades basicamente administrativas, possui forte restrição orçamentária na aquisição ou locação de ativos de microinformática

TEMPO DE VIDA ESTIMADO DOS EQUIPAMENTOS

TEMPO DE VIDA ESTIMADO DOS EQUIPAMENTOS

SOBRE TEMPO DE VIDA ESTIMADO DOS EQUIPAMENTOS

Considerando o perfil de usuário, o tempo de vida útil do equipamento poderá sofrer alteração em virtude de sua configuração e forma de utilização.

Estudos mostram que, em média, podemos considerar como boa prática manter os equipamentos que estejam dentro dos seguintes tempo de vida e perfis:

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Um thinclient («clien-te magro») é um computador cliente em uma rede de modelo cliente-servidor de duas camadas o qual tem poucos ou nenhum aplicativo instalados, de modo que depende primariamente de um servidor central para o processamento de  atividades.

 

RAZOABILIDADE DAS DECISÕES

RAZOABILIDADE DAS DECISÕES

SOBRE RAZOABILIDADE DAS DECISÕES

Em que pese os ciclos de vida dos ativos supracitados, recomenda-se razoabilidade na decisão entre a substituição ou não dos respectivos equipamentos, levando em consi-deração os seguintes quesitos:

Com base nestes itens, poderá ser oportuno manter os equipamentos além do tempo de vida útil recomendado.

Por outro lado, caso o principal problema seja desempenho, algumas medidas alternativas podem ser executadas para prolongar o tempo de vida, tais como:

De outro modo, mesmo estando dentro do tempo de vida estimado, caso haja muitos custos indiretos, perda de produ-tividade do usuário ou não atendendimento às necessidades (baixo desempenho, não executar sistemais mais atuais,etc), a sua substituição pode se demonstrar a alternativa mais viável.

EQUIPAMENTO DANIFICADO: substituir ou consertar?

EQUIPAMENTO DANIFICADO: substituir ou consertar?

SOBRE EQUIPAMENTO DANIFICADO: substituir ou consertar?

A decisão sobre substituir ou reparar um equipamento danificado é uma questão comum na gestão desses ativos. Deste modo, elencamos as principais recomendações atinentes a este assunto.

EQUIPAMENTO DANIFICADO: substituir ou consertar?

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

GESTÃO CONTÍNUA DOS EQUIPAMENTOS

GESTÃO CONTÍNUA DOS EQUIPAMENTOS

SOBRE GESTÃO CONTÍNUA DOS EQUIPAMENTOS

Boas práticas são sugeridas para uma eficaz gestão dos equipamentos. Elencadas como nossas sugestões.

GESTÃO CONTÍNUA DOS EQUIPAMENTOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

GESTÃO DE RISCOS

GESTÃO DE RISCOS

SOBRE GESTÃO DE RISCOS

A gestão de riscos é parte integrante de todo o processo de gestão de ativos. No entanto, há necessidade específica de ter processos para identificar e monitorar os riscos, não somente atendendo a legislação vigente, mas como práti-ca que possibilite otimizar e priorizar ações com base em custos, riscos e desempenhos. Abaixo, segue tabela com direcionamento de ações voltadas para elaboração de um plano de gerenciamento de riscos.

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A seguir, segue outro exemplo de como proceder com o gerenciamento de riscos através de uma matriz que analisa a probabilidade de falha e sua respectiva consequência (quanto ao tipo, extensão e severidade).

A matriz de riscos pode ser dividida em três cores (verde, amarelo e vermelho) indicando riscos baixo, médio e alto ou pode também ser dividida em quatro regiões ou quadrantes como na análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), indicando o quadrante mais externo os riscos mais críticos (maior severidade e maior frequência) e os dois outros quadrantes que necessitam de ações mitigadoras por alta frequência ou alta severidade, ambas as divisões são propostas para a decisão sobre a atuação quanto à frequência e severidade dos riscos.

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GESTÃO DE RISCOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?

GESTÃO DE RISCOS

QUAIS SÃO AS NOSSAS SUGESTÕES?

QUANDO AS RECOMENDAÇÕES PASSAM A VALER?

QUANDO AS RECOMENDAÇÕES PASSAM A VALER?

SOBRE QUANDO AS RECOMENDAÇÕES PASSAM A VALER?

Os procedimentos descritos nesta Orientação Técnica de-verão ser aplicados nos procedimentos atuais e futuros, bem como nos contratos futuros e nas prorrogações con-tratuais, ainda que de contratos assinados antes do início da vigência desta OT.

Esta Orientação Técnica entrará em vigor a partir da sua aprovação pelo CMTIC.

REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS

SOBRE REFERÊNCIAS

Link: https://www.camara.leg.br/noticias/120778-trabalho-aprova-re-gras-para-governo-doar-computadores/
Acessado em: 20/03/2026

Link: https://vcx.solutions/a-importancia-de-monitorar-o-ciclo-de-vida-dos-ativos-de-ti/
Acessado em: 20/03/2026

Documento “Gestão de Ativos: Guia para aplicação da Norma ABNT NBR ISO 55001”, da International Copper Association (ICA) Latin America.

Documento: TCU - Guia Boas Praticas Contratação Soluções TI.

Documento: Módulo 1 - ENAP contratações de TIC.