# CICLO DE EQUIPAMENTOS

# SOBRE CICLO DE VIDA DOS EQUIPAMENTOS

Atentar para o ciclo de vida dos equipamentos, seja em processo de aquisição, locação ou outro meio, é fator de sucesso para seu uso eficiente e sustentável, de acordo com a Política Municipal de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Entende-se por ciclo de vida o tempo de existência do ativo dentro da empresa desde a concepção ou especificação até o desfazimento.

[![image.png](https://biblioteca.tecnologia.prefeitura.sp.gov.br/uploads/images/gallery/2026-03/scaled-1680-/5VPimage.png)](https://biblioteca.tecnologia.prefeitura.sp.gov.br/uploads/images/gallery/2026-03/5VPimage.png)

O gerenciamento do ciclo de vida de um ativo deve compreender:

- Sistema de monitoramento contínuo;
- Avaliação e registro de incidentes, acidentes e falhas;
- Estratégias de manutenção específicas;
- Análise do custo do ciclo de vida;
- Gerenciamento de riscos, confiabilidade e probabilidades de falha.

De forma geral, o ciclo de vida de ativos de microinformática possui três grandes fases, quais sejam:

##### FASE 1: LANÇAMENTO

Nesta fase, os ativos de microinformática são naturalmen-te mais caros por representarem produtos recentemente lançados no mercado e que encontram-se na vanguarda da tecnologia. Normalmente há poucas opções de fornecedores no mercado e alguma dificuldade na manutenção e reposição.

A aquisição ou locação de ativos de microinformática que estejam nesta fase do ciclo de vida deve estar baseada na necessidade de provimento de serviços altamente diferen-ciados em desempenho e/ou capacidade e que não possam ser providos por ativos que se encontrem nas outras fases.

##### FASE 2: CONSUMO

Fase imediatamente posterior à de Lançamento. Os ativos já estão disseminados no mercado, têm maior quantidade de fornecedores e mais suporte de mercado.

Em princípio, é interessante focar as aquisições ou locações de ativos de microinformática para bens que estejam nes-ta fase, levando-se em consideração as necessidades de desempenho e/ou capacidade, a vida útil prevista para o equipamento, entre outros.

##### FASE 3: SUBSTITUIÇÃO

Fase imediatamente posterior à fase de Consumo, representa a última no ciclo de vida dos ativos de microinformática. Sãoos bens que estão saindo ou já saíram de linha. Normalmente, os ativos de microinformática nesta fase têm baixa comerciali-zação e alto custo de manutenção. São compostos normal-mente pelos ativos que fazem parte do legado tecnológico da instituição e se recomenda que sejam substituídos por ativos mais atuais.

Considerando a velocidade da atualização tecnológica, serão considerados como tendo ultrapassado a Fase 1 - Lançamento, do ciclo de vida, os ativos de microinformática lançados há mais de 3 (três) meses para dispositivos móveis (smartphones, tablets e similares) e há mais de 6 (seis) meses para os demais.

E serão considerados como pertencentes à Fase 3 – Substituição, do ciclo de vida, os ativos de microinformática que foram lançados, ou atualizados, em um período superior

# QUAIS SÃO AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES

- Realizar a aquisição ou locação de ativos de microinformática para ativos na Fase 2 (Consumo) por padrão. Se houver necessidade, podem ser adquiridos ativos na Fase 1 (Lançamento) mediante justificativa técnica do responsável de TI do Órgão do SMTIC.
- Evitar realizar a aquisição de ativos de microinformática enquadrados na Fase 3 (Substituição), pois o seu custo total de propriedade (vide item seguinte) não é vantajoso para a Administração. Eventuais aquisições de ativos que estejam na Fase 3 só devem ser feitas mediante justificativa técnica do responsável de TI do Órgão Setorial que mostre a necessidade da aquisição como fator preponderante para a continuidade do negócio.
- Monitorar o ciclo de vida com objetivo de : 
    - Centralizar as informações e melhorar a tomada de decisões de compra, a fim de minimizar riscos de imprecisão, atrasos ou falhas;
    - Alcançar melhoria na utilização e redução de perdas, visto que os gestores setoriais passarão a ter acesso a informações sempre atualizadas, o que permitirá maior controle e visibi-lidade para gerenciar o consumo de serviços sob demanda, reduzindo os excessos.
    - Aumentar segurança digital em função de maior rapidez para  
        responder casos de ataques, vazamentos, desastres ou falhas. Reduzir danos e viabilizar restauração de serviços para os usuários em menor tempo.